De acordo com os organizadores da associação La Marche pour la vie (Marcha pela Vida), no dia 22 de janeiro cerca de 20.000 pessoas se reuniram nas ruas atrás de uma faixa que dizia “acompanhar a morte, não programá-la”.
Nesse sentido, milhares de pessoas marcharam em Paris contra os planos do governo francês de legalizar a eutanásia e de incluir o direito ao aborto na Constituição. A manifestação nacional é organizada todos os anos em torno do aniversário da chamada Lei Veil sobre a legalização do aborto, aprovada em 17 de janeiro de 1975.
“Nós somos contra a eutanásia e o suicídio assistido. Numa época em que 26 regiões francesas estão privadas de unidades de cuidados paliativos, acreditamos que a prioridade política deveria ser a de fornecê-las. A proibição de matar deve permanecer um princípio fundamental”, disse Tardy-Joubert, segundo Evangelical Focus.
“Queremos que a proteção da vida humana se torne uma grande causa nacional. Temos propostas, às vezes pequenos passos, para aumentar a consciência da necessidade de mudança. Precisamos de políticas de prevenção, de acolhimento da vida, de acompanhamento de pessoas vulneráveis”, acrescentou.