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Segunda-feira, 20 de Abril de 2026

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Guerrilheiros deixam as armas para seguir a Jesus

Igrejas locais discipulam ex-guerrilheiros na Colômbia

Guerrilheiros deixam as armas para seguir a Jesus
O pastor Miguel teve um encontro com Jesus quando a filha estava entre a vida e a morte/Portas Abertas
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O conflito armado das guerrilhas se espalhou na Colômbia e já tornou mais de seis milhões de pessoas em deslocados internos. Ou seja, comunidades inteiras precisam deixar casas e propriedades para trás por causa da violência.   

Foi nesse contexto que o pastor Miguel, de 69 anos, nasceu. Ele tinha apenas 22 anos quando teve que sair de sua cidade natal para recomeçar a vida em um estado no Noroeste da Colômbia.  

Em pouco tempo, ele foi contratado por um madeireiro que além de oferecer um salário, o integrou em um dos grandes movimentos de guerrilha colombianos, o Exército Nacional da Libertação (ELN, da sigla em espanhol)

Miguel foi doutrinado pela guerrilha: “Meu chefe dizia que precisávamos pegar as armas para lutar contra a opressão dos ricos e poderosos que humilhavam o povo. Como um jovem apaixonado, me entreguei à luta”. 

Ele chegou a ficar durante quatro anos na selva com outros guerrilheiros. Mesmo depois de casar e ter uma filha, Miguel continuou envolvido com a guerrilha na cidade, doutrinando outros jovens para ingressarem na luta.  

Abandonando as armas 

Quase oito anos depois, Miguel fez a primeira tentativa de sair da guerrilha para proteger a filha e a esposa. Os ex-companheiros ficaram irados e perseguiram a família. Não bastasse isso, a filha de Miguel ficou gravemente doente.  

Foi no meio do caos e do medo que Miguel encontrou a Deus. A primeira oração que ele fez foi em favor da filha: “Deus, o Senhor tem poder de curar. Cure minha filha e eu lhe servirei”. Deus ouviu a oração de Miguel, a filha foi curada e a promessa de seguir a Jesus foi cumprida.  

“Encontrei cristãos locais que compartilharam o evangelho comigo. Isso mudou minha vida”, conta o pastor. Nesse momento, Miguel começou a enfrentar uma nova guerra, agora, dentro de casa. A esposa saiu de casa e Miguel precisou cuidar sozinho das filhas. 


[Essa história continua] 

FONTE/CRÉDITOS: Portas Abertas

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