Um comitê parlamentar solicitou a expansão do programa de suicídio assistido do Canadá para que “menores maduros”, cujas mortes são “razoavelmente previsíveis”, possam optar pelo suicídio assistido, e apressar suas mortes sem o consentimento dos pais.
Sendo assim, o Comitê Conjunto Especial de Assistência Médica na Morte apresentou seu relatório na semana passada para discussão na Câmara dos Comuns, recomendando que os menores deveriam ser elegíveis para o suicídio assistido por um médico.
Nesse sentido, o comitê instou o governo canadense a “realizar consultas com menores sobre o tópico do MAID, incluindo menores com doenças terminais, com deficiências, no sistema de bem-estar infantil e menores indígenas, dentro de cinco anos após a apresentação deste relatório”.
Além disso, o relatório também recomenda que o consentimento parental nem sempre é necessário em certos casos se um menor for elegível para o suicídio assistido.
Desta forma, a maioria dos membros do comitê pediu que o governo realizasse consultas formais com canadenses menores de 18 anos dentro dos próximos cinco anos e que fornecesse fundos para pesquisas sobre a questão de menores serem elegíveis para o MAID.