A descoberta feita por arqueólogos de um antigo mosteiro cristão na Ilha Siniyah, Emirados Árabes Unidos, pode auxiliar na descoberta da história da fé cristã na região, antes do surgimento do Islã. Esse é o segundo mosteiro descoberto nos Emirados que pode ter até 1.400 anos de idade
Desta forma, na última quinta-feira, o local foi visitado pelo Ministro da Cultura e Juventude dos EAU, Noura bint Mohammed al-Kaabi, o Sheikh Majid bin Saud Al Mualla e o Presidente do Departamento de Turismo e Arqueologia de Umm al-Quwain, Sheikh Majid bin Saud Al Mualla.
Nesse sentido, a planta do mosteiro sugere cristãos cultuavam em uma igreja de corredor único. Um segundo edifício próximo à estrutura contendo quatro cômodos pode ter abrigado um líder da igreja. Outras salas dentro do mosteiro possuem locais de batismo e um forno para assar pão de comunhão ou hóstias.
Além disso, outra seção do edifício, conhecida como nave, provavelmente abrigava um altar e um lugar para o vinho da comunhão.
Sendo assim, Timothy Power, professor associado de arqueologia da Universidade dos Emirados Árabes Unidos, que ajudou a investigar o mosteiro de Umm al-Quwain, descreveu os EAU atuais como um “caldeirão de nações”.