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Sabado, 05 de Setembro de 2026

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EUA: Banco JPMorgan é acusado de discriminar conservadores

EUA: Banco JPMorgan é acusado de discriminar conservadores
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O JPMorgan Chase Bank recebeu um relatório de um grupo de 19 advogados republicanos alegando discriminação contra grupos religiosos e conservadores.

Segundo o grupo, a instituição tem um compromisso com a “inclusão” que não está sendo cumprido, pois há denúncias de organizações defensoras da liberdade religiosa cujas contas foram encerradas, além de outras denúncias de entidades tutelares às quais foram serviços negados pelo banco.

A notificação foi enviada na terça-feira (2) ao CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, alegando que a empresa havia “discriminado repetidamente” alguns clientes com base em “religião ou partidarismo importante”.

Uma das entidades que teve problemas com o banco foi a Comissão Nacional de Liberdade Religiosa (NCRF), fundada pelo ex-embaixador-geral para liberdade religiosa internacional dos Estados Unidos, Sam Brownback.

Brownback confirmou que a conta da instituição foi encerrada pelo banco sem motivo algum. O memorando dos promotores disse que o banco solicitou uma lista de patrocinadores do NCRF e uma lista de outros políticos que planejava apoiar como condição para reabrir as contas.

A tentativa descarada do banco de rebaixar os serviços críticos para o sucesso do cliente para um teste religioso ou politicamente duvidoso foi contra as políticas anti-discriminação do Chase. Pior, vai contra os valores norte-americanos de justiça e igualdade, disseram os advogados que assinaram o documento.

Conforme relatado pelo Daily Mail, outros grupos foram discriminados pelo banco, incluindo o Conselho de Família, um grupo pró-vida cujas contas foram encerradas com seu próprio processador de cartão de crédito. pelo Chase em 2021; e Defense of Liberty, um grupo conservador que organizou um evento com a presença de Donald Trump.

No segundo caso, a empresa envolvida, a WePay, do grupo Chase, se recusou a fornecer serviços de bilheteria para o evento que contou com o ex-presidente dos Estados Unidos como palestrante. 

FONTE/CRÉDITOS: Expresso Conservador

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