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Quinta-feira, 12 de Setembro de 2024

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Israel é um dos principais mercados para o agronegócio brasileiro no Oriente Médio

O país declarou guerra ao grupo terrorista Hamas

Israel é um dos principais mercados para o agronegócio brasileiro no Oriente Médio
Reprodução/Flickr
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O mercado consumidor de Israel é um dos principais destinos do agronegócio brasileiro no Oriente Médio. Entre janeiro e agosto de 2023, por exemplo, o país comprou US$ 337 milhões em mercadorias do setor.

A cifra coloca Israel como o sexto maior comprador do agronegócio brasileiro no Oriente Médio. De acordo com os dados do governo federal, o Brasil mantém relações comerciais com 15 nações da região. A lista oficial inclui a Palestina — que aparece na 13ª posição, com R$ 20 milhões.

Fundado e governado por judeus, a nação de Israel é o único país sob uma democracia na região. O restante das nações locais tem governos de maioria muçulmana.

No último sábado, 7,o grupo terrorista palestino Hamas atacou Israel e sequestrou e matou cidadãos civis israelenses. A lista de vítimas inclui homens, mulheres, idosos e crianças.

Israel e o agronegócio brasileiro

O complexo da soja lidera os embarques para Israel realizados pelo agronegócio brasileiro. Foram US$ 134 milhões nos primeiros nove meses do ano, sendo US$ 90 milhões com o grão in natura.

As carnes bovinas estão na terceira posição com US$ 103 milhões em faturamento. O top 3 também é formado pelo segmento de cereais, farinhas e preparações (quase US$ 40 milhões).

Exportações do agro israelense

Israel também envia produtos do agronegócio ao mercado brasileiro. Contudo, o faturamento com as vendas é 40 vezes menor que o gasto com as compras, conforme mostram os registros da balança comercial do setor entre os dois países.

De janeiro a setembro de 2023, as exportações do agro de Israel para o Brasil renderam US$ 8,3 milhões. As frutas lideraram as vendas, com destaque para conservas e preparações e o segmento de nozes e castanhas.

São Paulo respondeu por quase US$ 5 milhões. Ou seja: por volta de 60% do faturamento israelense.

FONTE/CRÉDITOS: Revista Oeste

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