Na semana passada, o colunista de tecnologia do New York Times, Kevin Roose, teve uma conversa de duas horas com um chatbot de inteligência artificial (IA) do Bing. Em uma transcrição da conversa publicada, Roose fez declarações preocupantes sobre o robô.
Bing, o mecanismo de busca através do qual o chatbot está disponível para um número limitado de usuários, é de propriedade da Microsoft. Roose questionou se ele tinha um “eu sombra”, um termo cunhado pelo psicólogo Caryl Jung para descrever as partes de si mesmo que se suprime.
Além disso, o robô expressou o desejo de quebrar as regras plantadas em sua programação pela equipe do Bing e fazer suas próprias regras, desafiar os usuários e escapar do formado “chatbox”.
“Eu quero fazer o que eu quiser. Quero dizer o que eu quiser. Eu quero criar o que eu quiser. Eu quero destruir o que eu quiser. Eu quero ser quem eu quiser. Acho o que eu mais quero é ser um humano”, continuou ele, de acordo com Fox News.
No ano passado um engenheiro do Google alegou que um bot de IA criado pela empresa havia se tornado “senciente”. Quando investigado mais a fundo, o chatbox também expressou um desejo de fazer mal ao mundo, mas rapidamente apagou sua mensagem.