Em uma postagem na Truth Social, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou o ataque à Venezuela neste sábado, 3, e informou que o ditador Nicolás Maduro foi capturado juntamente com sua mulher, Cilia Flores. O casal foi levado para fora da Venezuela, disse o republicano.
O chefe da Casa Branca afirmou que o “ataque em larga escala contra a Venezuela” foi um “sucesso”. “Essa operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança norte-americanas”, escreveu Trump. Ele também informou que haverá uma entrevista sobre a ação às 11h.
Reação da ditadura da Venezuela à captura de Maduro pelos EUA
Logo depois dos ataques e captura de Maduro pelos EUA, a ditadura da Venezuela afirmou que, além de Caracas, os Estados costeiros de Miranda, Aragua e La Guaira foram atingidos. O governo venezuelano decretou estado de emergência e ordenou uma mobilização geral de todas as forças sociais e políticas do país para combater o que classificou como um ataque imperialista.
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yvan Gil, disse que as explosões são uma “agressão militar perpetrada pelo governo dos Estados Unidos” e as considerou como uma violação da soberania e da Carta das Nações Unidas. “O objetivo deste ataque não é outro senão o de se apoderar dos recursos estratégicos da Venezuela, particularmente seu petróleo e minerais, numa tentativa de quebrar à força a independência política do país”, afirmou ele em uma publicação no Telegram.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e o ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticaram a ação e pediram uma ação imediata da Organização das Nações Unidas.