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Quarta-feira, 24 de Junho de 2026

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Previsão mostra queda na 1ª safra de arroz do governo Lula e deve ser a pior em 25 anos

Colheita deve ser a menor em 25 anos, estima a Conab

Previsão mostra queda na 1ª safra de arroz do governo Lula e deve ser a pior em 25 anos
Ricardo Stuckert/PR
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As projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram a primeira safra de arroz colhida no governo Lula como a menor dos últimos 25 anos. O órgão atualizou os dados na terça-feira, 13.

A safra de arroz colhida em 2023 deve bater 10 milhões de toneladas ― o ano marca o início do governo Lula. A produção mais baixa colhida anteriormente ocorreu em  1998.

Em 2022, o Brasil comprou quase 900 mil toneladas deste cereal no mercado externo. Em 2023, esse número deve subir para 1,3 milhão de toneladas, segundo a Conab. Ou seja: 400 mil toneladas a mais. A quantidade extra equivale a 80 milhões de pacotes de cinco quilos de arroz, como aqueles vendidos nos supermercados.

A importação entre janeiro e maio de 2023 fechou em 450 mil toneladas, com o custo de US$ 200 milhões. Para o mesmo período do ano anterior, esses valores ficaram em 360 mil toneladas e US$ 135 milhões dólares, respectivamente.

Nos primeiros cinco meses de 2023, cada tonelada entrou no Brasil ao custo próximo de US$ 450 (R$ 2,1 mil). A cifra corresponde a pouco mais de R$ 10 por embalagem de cinco quilos.

Consumo de arroz no 1º ano do governo Lula

Esse cereal está na base da dieta dos brasileiros. Tradicionalmente misturado com o feijão, é o alimento mais comum nas mesas das famílias. O consumo interno desse cereal em 2023 deve bater 10,2 milhões de toneladas. A população é de 214 milhões de habitantes. Assim, a quantidade de arroz disponível no primeiro ano do governo Lula deve fechar em cerca de 50 quilos por pessoa ― por volta de dez pacotes de cinco quilos.

FONTE/CRÉDITOS: Terra Brasil Notícias

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