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Sabado, 15 de Agosto de 2026

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Prévia da inflação acelera e fecha com alta de 0,33% em novembro

A maior variação e o maior impacto no bolso do consumidor vieram do grupo Alimentação e Bebidas

Prévia da inflação acelera e fecha com alta de 0,33% em novembro
Dinheiro. Ilustração: Shutterstock
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No mês de novembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA-15) foi de 0,33%, e ficou 0,12 ponto percentual (p.p) acima do resultado obtido no mês de outubro, que havia sido de 0,21%. Os dados sobre a inflação foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 4,30% e, em 12 meses, de 4,84%, valor abaixo dos 5,05% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2022, a taxa foi de 0,53%.

Produtos e serviços mais caros

Nove grupos de produtos e serviços foram pesquisados, dos quais oito registraram alta nos preços no mês de novembro. A maior variação (0,82%) e o maior impacto no bolso do consumidor (0,17 p.p) vieram do grupo Alimentação e Bebidas. E os grupos Despesas Pessoais (0,52%) e Transportes (0,18%) também registraram inflação em novembro.

 

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Alimentação e Bebidas tiveram alta no custo em novembro. Foto: Reprodução/Agência Brasil

 

Já as quedas foram registradas no grupo Comunicação (-0,22% e -0,01 p.p), que recuou pelo terceiro mês consecutivo. As demais variações oscilaram entre 0,03% em Educação, e 0,55% em Vestuário.

Na categoria de Alimentação e Bebidas (0,82%), a alimentação no domicílio registrou um encarecimento de 1,06% no mês de novembro, isso depois de cinco quedas consecutivas. O que contribuiu para esse resultado foram as altas da cebola (30,61%), batata-inglesa (14,01%), arroz (2,60%), frutas (2,53%) e carnes (1,42%).

Registraram queda o feijão carioca (-4,52%) e o leite longa vida (-1,91%).

Cálculo do IPCA-15

Para o cálculo da inflação, os preços foram coletados entre os dias 14 de outubro e 14 de novembro (tido como referência) e comparados com os preços vigentes entre 15 de setembro a 13 de outubro (base).

A base do cálculo refere-se às famílias que têm rendimento de um a 40 salários mínimos mensais e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba — e também Brasília e a cidade de Goiânia.

FONTE/CRÉDITOS: Revista Oeste

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