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Terça-feira, 12 de Maio de 2026

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Pela 1ª vez, EUA executam condenado por asfixia com nitrogênio

Homem de 58 anos foi condenado pelo crime de homicídio

Pela 1ª vez, EUA executam condenado por asfixia com nitrogênio
Reprodução/Redes sociais
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Pela primeira vez na história dos Estados Unidos, um Estado executou um prisioneiro com o método de asfixia com a utilização de nitrogênio puro.

A execução da pena de morte aconteceu no Alabama, nesta quinta-feira, 25. Kenneth Eugene Smith, de 58 anos, foi condenado pelo crime de homicídio, ocorrido em 1988. 

O assassinato da sua vítima, uma mulher, foi encomendado pelo marido dela, que em seguida cometeu suicídio. O julgamento que condenou o criminoso à pena de morte ocorreu em 1996. 

Como é feita a execução

No  método de asfixia com nitrogênio, os agentes de segurança instalaram uma máscara no rosto do condenado. Ao inalar o gás nitrogênio, Smith veio a óbito, em decorrência da falta de oxigênio. 

 

Pena de morte

Homem condenado já passou por uma tentativa de execução em 2022 | Foto: Reprodução/Band

 

A governadora do Alabama, Kay Ivey, foi quem anunciou oficialmente a morte do assassino. 

 

“Em 18 de março de 1988, a vida de Elizabeth Sennett, de 45 anos, foi brutalmente tirada dela por Kenneth Eugene Smith”, lembrou a governadora, em comunicado. “Depois de mais de 30 anos tentando manipular o sistema, o Sr. Smith respondeu por seus crimes horrendos”, sentenciou. 

 

Cinco jornalistas tiveram autorização para testemunhar a execução. Eles relataram que o condenado se contorceu na maca por cerca de dois minutos, até que passou a respirar profundamente, desfalecendo aos poucos. 

É a primeira vez que um novo método de execução é usado nos EUA, desde 1982, quando começaram a aplicar a injeção letal. 

Caso raro 

Smith é um caso raro de sobrevivência a uma tentativa de execução por injeção letal. Em 2022, agentes do Estado não conseguiram encontrar nele uma veia adequada para a aplicação do veneno, necessária ao método. Depois de algumas tentativas, eles desistiram.

FONTE/CRÉDITOS: Revista Oeste

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