Recentemente, o Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu disse que mudaria a estratégia de Israel para combater as ambições nucleares iranianas, prometendo trazer a luta de volta à opinião pública.
Sendo assim, em uma reunião de gabinete, Netanyahu disse que ainda era uma “possibilidade” de que as potências ocidentais ressuscitassem os esforços para assinar um acordo nuclear com o Irã e que ele aplicaria pressão pública para impedi-lo.
No mês passado, um vídeo surgiu no qual o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que o acordo multilateral com o Irã para limitar seu programa nuclear estava “morto”, mas que ele não o anunciaria publicamente.
Como resposta, Naftali Bennett disse na ocasião que os comentários de Biden representavam uma “tremenda conquista” para o governo israelense. Além disso, ele afirmou que o regime iraniano que está matando cidadãos inocentes dentro e fora do Irã, e Israel há muito prometeu agir para garantir que o Irã não obtenha armas nucleares.
Nesse sentido, o acordo nuclear mais recentemente discutido com o Irã foi considerado um “mau acordo” pelo anterior governo e estabelecimento de segurança de Israel, porque ele liberaria bilhões de dólares para Teerã sem garantir um verdadeiro freio a suas ambições nucleares.