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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2026

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Mercado derruba projeção da inflação pela 16ª semana seguida no Brasil

Preços sobem mais nos Estados Unidos

Mercado derruba projeção da inflação pela 16ª semana seguida no Brasil
Alan Santos/PR
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Publicado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 17, o Relatório Focus traz mais uma semana de redução da prévia para a inflação no Brasil. A estimativa para o fechamento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 5,71% para 5,62%. É a 16ª semana seguida com a queda do indicador.

Além disso, de acordo com o documento, o mercado voltou a elevar a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Esse movimento havia sido interrompido na segunda-feira passada, depois de 14 semanas seguidas de revisão do desempenho da economia para cima. Na publicação de hoje, a prévia do crescimento econômico subiu para 2,71%, ou seja, 0,01 ponto porcentual a mais que sete dias atrás.

De acordo com o Banco Central, o Relatório Focus traz estatísticas calculadas considerando as expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à sua divulgação. Publicado toda segunda-feira, o documento mostra a evolução gráfica e o comportamento semanal das projeções para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As projeções são do mercado, e não do banco.

 

Inflação do Brasil é menor que a dos Estados Unidos

A inflação do Brasil está menor que a inflação dos Estados Unidos pela primeira vez na história. Medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IPCA para 12 meses de setembro fechou em 7,17%. Já nos Estados Unidos, a inflação para o mesmo período ficou em 8,2%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor elaborado pelo Departamento de Trabalho dos Estados Unidos.

Além disso, segundo a projeção mais recente do Fundo Monetário Internacional, o PIB brasileiro crescerá mais 2,8% em 2022. Esse valor é maior que a média projetada para os países desenvolvidos: 2,4%. Conforme os dados da instituição, o desempenho do Brasil será melhor que da Alemanha (1,5%), dos Estados Unidos (1,6%) e da França (2,5%).

FONTE/CRÉDITOS: Revista Oeste

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