Portal Sal da Terra

Segunda-feira, 21 de Setembro de 2026

Notícias Economia

Desemprego está menor que no governo Dilma

Número de empregos está no maior nível desde outubro de 2015

Desemprego está menor que no governo Dilma
Antônio Cruz/Agência Brasil
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e  Estatística (IBGE) mostram que o desemprego no Brasil está menor que no fim do governo Dilma Rousseff (PT). Divulgada nesta quinta-feira, 26, a taxa de desocupação estimada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) caiu para 8,7% no terceiro trimestre de 2022. Em agosto de 2016, quando o Congresso o concluiu impeachment da petista, o índice estava entre 11,4% e 11,9%.

 

No primeiro trimestre de 2019, início do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), o desemprego estava em 12,8%. No quarto trimestre de 2019, último antes do surgimento do coronavírus, a taxa havia caído para 11,1%. Nos meses seguintes, o número de brasileiros sem ocupação começou a subir.

 

Ao longo da pandemia, a quantidade atingiu o pico: 14,9%, registrado pela primeira vez no terceiro trimestre de 2020. Esse resultado se repetiu no período entre janeiro e abril de 2022. Depois dessa data, o indicador começou a cair quase ininterruptamente até chegar ao nível atual. A exceção ocorreu somente no primeiro trimestre de 2022, quando o índice repetiu a mesma marca dos três meses anteriores: 11,1%.

“A taxa de desocupação segue a trajetória de queda que vem sendo observada nos últimos trimestres”, diz Adriana Beringuy, coordenadora da Pnad. “A retração dessa taxa é influenciada pela manutenção do crescimento da população ocupada.”

Atualmente, o desemprego no Brasil está no menor nível desde o terceiro trimestre de 2015: 9% — nesse período, Dilma ainda governava o país.

De acordo com o IBGE, 57,2% dos brasileiros estão empregados. Esse número inclui o trabalho formal, informal e por conta própria. É o mais alto nível de ocupação desde o trimestre encerrado em outubro de 2015.

FONTE/CRÉDITOS: Revista Oeste

Veja também