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Domingo, 27 de Setembro de 2026

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Depois de decisão de Toffoli, carta de confissão de Odebrecht viraliza

Ministro do STF anulou todos os processos contra a empreiteira, que admitiu irregularidades, na Operação Lava Jato

Depois de decisão de Toffoli, carta de confissão de Odebrecht viraliza
Reprodução/Redes sociais
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Um pedido de desculpa da Odebrecht, em que a empresa admite ter participado de “práticas impróprias” no auge da Operação Lava Jato, foi novamente compartilhado nas redes sociais. O texto foi originalmente publicado em jornais impressos em dezembro de 2016, quando a empreiteira firmou um acordo de leniência no valor de R$ 6,7 bilhões.

Recentemente, o comunicado foi modificado por usuários das redes sociais, que fizeram piadas sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, que anulou todas as decisões contra o ex-presidente da companhia, Marcelo Odebrecht, na Operação Lava Jato.

Nos memes, os usuários das redes sociais alteraram o texto para: “A Odebrecht NÃO reconhece que participou de práticas impróprias em sua atividade empresarial”.

 

 

Admissão de práticas impróprias

No comunicado original de 2016, a Odebrecht declarou que reconhecia ter participado de “práticas impróprias” em suas operações empresariais. “O que mais importa é que reconhecemos nosso envolvimento, fomos coniventes com tais práticas e não as combatemos como deveríamos”, diz o texto da empresa.

Leia o comunicado na íntegra:

 

 

Usuários das redes sociais também satirizaram a carta em setembro de 2023, quando Toffoli decidiu que todas as prova obtidas a partir do acordo de leniência da Odebrecht seriam invalidades em qualquer âmbito ou grau de jurisdição do país.

Anulação das condenações e manutenção do acordo

Na decisão da última terça-feira, 21, o ministro do Supremo apontou a existência de “conluio” entre procuradores e juízes da 13ª Vara Federal de Curitiba. Embora tenha anulado as condenações, dessa vez o magistrado manteve em vigor o acordo de delação premiada do ex-presidente da empreiteira.

FONTE/CRÉDITOS: Revista Oeste

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