A Câmara dos Deputados reservou aproximadamente R$ 10 milhões para contratar “operadores de elevadores”. Conforme o pedido, o Parlamento vai precisar de um encarregado geral, 37 ascensoristas, sete telefonistas de fluxo de elevadores e sete recepcionistas de fluxo de pessoas. Os salários dos 52 novos servidores variam entre R$ 2 mil e R$ 4 mil, com carga horária de seis horas.
Entre outras obrigações, a Câmara determina que o ascensorista “ligue e desligue” o elevador, além de “atender com presteza a todas as chamadas dos deputados”. Já os recepcionistas têm de “acompanhar os trabalhos desenvolvidos pelos ascensoristas”. Essa equipe será coordenada pelo encarregado. A duração do contrato com a empresa vencedora será de 30 meses.
Justificativa da Câmara
Ao justificar as contratações, a Câmara informou que “esses serviços são essenciais para apoiar o funcionamento adequado das atividades legislativas, considerando o considerável fluxo diário de pessoas”. “Nesse contexto, é fundamental assegurar a operação segura dos elevadores, além de fornecer orientação e direcionamento eficientes ao público em geral”, observou a Casa. “Dessa forma, contribui-se para facilitar o cumprimento da missão institucional da Casa, promovendo um ambiente propício ao desenvolvimento das atividades parlamentares.”